É uma condição clínica que surge após a pessoa vivenciar uma situação
traumática – aquela em que ponha em riso tanto a sua vida ou integridade física
assim como a de pessoas afetivamente ligadas.
Podem surgir diversos transtornos
psiquiátricos desde depressão, fobias (ex. medo de dirigir após acidente de carro)
até o mais comum que é o TEPT.
Algumas reações podem ser
consideradas respostas normais e compreensíveis, mas a persistência do quadro
após um mês sugere o adoecimento.
Caracteriza-se por recordações
persistentes e revivências da situação traumática
causando grande angústia e uma série de sintomas físicos o que leva a um
comportamento de esquiva – passa a evitar toda e qualquer situação que possa ativar
a recordação com ansiedade intolerável. Há também uma restrição de interesses,
isolamento social, distanciamento das pessoas além de insônia, irritabilidade, explosividade, reações de “susto”, sobressaltos exagerados.
Normalmente estas pessoas não
procuram médico por acharem que o que sentem é normal frente às circunstâncias
enfrentadas, mas a PERSISTÊNCIA DESTES SINTOMAS NÃO É NORMAL principalmente se
existe PREJUÍZO NO FUNCIONAMENTO SOCIAL, RELACIONAMENTO INTERPESSOAL,
DESEMPENHO NO TRABALHO e é forte indicativo de DOENÇA desde que A MAIORIA DAS
PESSOAS QUE PASSAM POR MOMENTOS TRAUMÁTICOS, apesar de sofrerem nos primeiros
dias ou semanas NÃO apresentam tais sintomas por longo tempo.