Tópicos de aula
Professor: José Waldo Saraiva Câmara Filho
Sensibilização do paciente
Pode-se controlar seu uso sem interrompe-lo?
Interrupção deve ser abrupta
Internação?
droga X indivíduo X ambiente
Concomitante à fase 1.
Tratamento dos sintomas de abstinência
Comorbidades
Alerta: O tratamento é longo. O tratamento não é simples. O tratamento vai necessitar de participação ativa do paciente
Estratégias para a re-aquisição do autocontrole gradativamente
Promoção de crescimento e modificações da estrutura de personalidade através da psicoterapia
“Substituto” da dependência química
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Há total responsabilidade do indivíduo pelo seu comportamento
Indivíduos hedonistas, interessados apenas pela busca do prazer, sem respeito ou preocupação pelos outros
Sinal de torpeza moral e falha de força de vontade
A punição como a maneira adequada de tratamento
Deve-se procurar superar a vontade fraca e libertar-se por seu próprio esforço
Livre o dependente de qualquer responsabilidade pela doença (modelo do AAA)
Haveria predisposição inerente
Não teriam o controle sobre o beber procurando render-se à “força superior”
AAA como comunidade protetora
Prejuízo na função reguladora dos afetos
Prejuízo no controle dos impulsos
Prejuízo na auto-estima
Prejuízo no auto-cuidado e julgamento sobre os perigos do abuso de drogas
Ingestão da droga como tentativa desesperada de compensar os déficits de funcionamento do ego, auto-estima e problemas interpessoais
- sentido de auto-medicação para alívio de estados afetivos dolorosos -
Presença de alexitimia – incapacidade do reconhecer e identificar seus estados afetivos internos